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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

BIOQUÍMICA ─ VARIAÇÃO NA CONCENTRAÇÃO DO SUBSTRATO

    Se estudarmos num gráfico a relação entre a variação da concentração do substrato e a variação da velocidade de transformação, notaremos que ele é divisível em três partes:
Variação de S
    Na fase inicial, em que as concentrações de substrato são baixas, a velocidade aumenta linearmente.
    Segue-se uma fase de transição.
    Finalmente, na fase caracterizada por elevadas concentrações de substrato, a velocidade torna-se constante.
    Explicação do gráfico: a princípio temos uma reacção de primeira ordem, em que a velocidade é proporcional à concentração de substrato.
    À medida que a concentração de substrato aumenta, maior número de moléculas de enzima começa a entrar em acção, e portanto mais substrato é transformado.
    Na fase final, já todas as moléculas de enzima estão saturadas por substrato.
    Nestas condições, a adição de mais substrato é inútil, pois não haverá moléculas livres de enzima para o transformar.
    A velocidade de reacção torna-se independente da concentração do substrato, a chamada reacção de ordem zero.
    O aumento de concentração do substrato, nesta altura, não influencia a velocidade de reacção, apenas aumenta o número de moléculas aguardando a vez de se ligarem ao enzima para serem transformadas.
    Concluindo: a baixa concentração de substrato temos uma fase linear em 
v = k [E] [S], a elevada concentração do substrato atingimos a velocidade de saturação: Vm = k [E].
    A velocidade alcançada é a máxima para esta concentração de enzima e designamo-la por Vm.

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