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quarta-feira, 12 de julho de 2017

BIOLOGIA — NÚCLEO

    O núcleo tem especial importância para a célula, porque nele estão contidas virtualmente todas as "instruções" acerca de como esta célula será formada, e quais as aptidões que ela terá.
    Estas instruções encontram-se em código no ADN da célula, 90-95% do qual está incluído no núcleo.
    Aspectos do núcleo obtidos com o microscópio electrónico mostram-no limitado por uma membrana dupla, semelhante a um saco dentro de outro saco:
O núcleo é envolvido por uma membrana dupla. A região irregular, mais escura, no centro, é um nucléolo, provàvelmente um local de armazenamento de ARN.
    A membrana externa supõe-se contínua com o retículo endoplasmático.
    A mais interna das duas membranas é perfurada por numerosos poros, através dos quais pode passar o ARN e outras moléculas grandes, no seu trajecto do núcleo para o citoplasma.
    O ADN no núcleo combina-se com proteínas para formar cordões compridos, enrolados, que se dispõem por todo o núcleo.
    Estes cordões são chamados cromossomas e parecem ser ligados nas suas extremidades e talvez em pontos intermédios, longitudinalmente à membrana nuclear.
    Na reprodução celular a membrana celular desintegra-se e os cromossomas são distribuídos pelas duas células que se formam quando uma célula se divide.
    Existem também, incluídos em todos os núcleos, um ou mais nucléolos, estruturas arredondadas não rodeadas por membranas distintas.
    Cada nucléolo está ligado a um lugar específico num cromossoma.
    Supõe-se que os nucléolos actuam na síntese e acumulação temporária doutros componentes celulares.
    Por exemplo, pensa-se que alguns nucléolos são os locais onde as subunidades ribossomas são formadas antes de se libertarem para o citoplasma.
    Com esta rápida descrição da "estrutura fina" duma célula típica consideraremos agora mais pormenorizadamente as funções realizadas  por certos organelos

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